Estante de Mario Feitosa

Título: Parece Dezembro
Subtítulo: Romance inspirado nos versos de Chico Buarque
Autor: Mario Feitosa
Editora: Amazon Kindle Direct Publishing
Gênero: Romance contemporâneo
Páginas: 107
Formato: Digital – Kindle
Preço: R$ 13,99

Sinopse

O amor nunca sai de moda. Muito menos belas histórias que, dele, possam vir a brotar. E não importa o tempo. Ele atravessa a barreira das eras, reinventando-se. Está presente mesmo em tempos sombrios, nos que imperam ódio, mesquinhez e ignorância. Porque o amor não admite obstáculos. É mar bravio rompendo, em ondas, as barreiras que lhe são impostas. Pois o amor busca se expandir. Existe para isso. E ninguém é capaz de dissuadi-lo, em seu intento. Só o amor salva, quando as trevas se apresentam robustas.

E, trazendo a avaliação para o mundo, dando rosto aos guardiões do amor, Chico Buarque é, indiscutivelmente, um dos principais bastiões do estandarte. Poeta, compositor, músico, premiadíssimo escritor, dramaturgo. Alguns o chamariam, até, de cantor. Eis alguém que vale, em ouro, seu peso. Alguém que, em sua vida como artista, encheu o mundo com seus versos, seus refrões. Com seu encanto. E, neste processo, roubou para si muitos corações apaixonados, tornando-se um dos principais tradutores brasileiros do sentimento-rei.

“Parece Dezembro” inspira-se (em) e bebe da fonte de Chico para contar as histórias de Maria – pois ninguém tem uma só. E o faz por meio de citações e paráfrases.

Ambientando-se, primeiro, na São Paulo de um par de décadas atrás, migra para o Rio de Janeiro contemporâneo, onde encontra seu ápice. Há amor. Há dor. Há desesperança. Há novo fôlego. São Paulo e Rio. Prédios e praias. Garoa e mar. Vinho. Música. Versos românticos. Há o que de melhor Chico nos deu, enquanto busca reproduzir o que de pior há por aí, à espreita: egoísmo, inveja, ganância. Maria trilha seus caminhos, lida com seus descaminhos e, quando parece que não há mais forças, permite-se seguir lutando. Maria batalha. Ainda que, como qualquer um de nós, Maria, eventualmente, acabe decidindo-se pelo erro do “já chega”.

Nas palavras do autor:

“Abaixo disto está a história de Maria. Não A Maria. Uma Maria, apenas. Como tantas das que há pelo mundo. Inclusive, existe nome mais universal que este? Parece que, no fim, dizer Maria é dizer mulher. Não haveria razão para decidir por outro nome. E não disse um A ou B a mais ou a menos do que julguei ser completamente necessário. Por isso mesmo ficou pequeno, curto, legível em uma tarde qualquer de domingo.” (do Prefácio).

Permita-se mergulhar em uma história embebida da poesia de Chico e, em consequência, de vida vivida. Apaixone-se. Inspire-se. Chore, ria e sorria. Veja o quanto de Maria há em você, em mim e em cada um de nós.


Título: A Dor, o Amor e Ser
Subtítulo: Um infeliz folhetim de poemas pouco – ou nada – poéticos
Autor: Mario Feitosa
Editora: Amazon Kindle Direct Publishing
Gênero: Coleção de Poemas (poesia maldita e contemporânea)
Páginas: 138
Formato: Digital – Kindle
Preço: R$ 5,99

Sinopse

“A Dor, o Amor e Ser” é uma coletânea de poemas de Mario Feitosa, escritos durante noites ébrias, tratando a vida humana sob a óptica minimalista dos sentimentos enquanto essência humana.

Dois momentos, que descrevem sofrimentos e paixões, coroam-se em um novo modelo de vida leve, livre e desimpedida, que louva o que se é em total detrimento do que acumulou-se em matéria.

Avaliar, pela subjetividade do autor, as belezas e horrores da vida é viagem que todo mundo precisa fazer ao menos uma vez na vida.

Nas palavras de Prof. Marcel Camargo:

“‘A dor, o amor, o ser’, tríade una, complexa, intrínseca, humana. Motes que embalam versos oceânicos, versos musicais, preciosos, ímpares. A cada nova leitura, novas formas de ser e de existir se nos revelam, porque essa busca pelo entendimento das dores e prazeres, do amor que nos move, é atemporal e inconteste”.

Adquira agora sua cópia digital deste folhetim, definido pelo autor – de modo cretino – como composto por “poemas pouco – ou nada poéticos” e surpreenda-se.


Título: Leia-me às 03h:03min
Subtítulo: Minicontos selecionados – Horror – Terror – Sci-fi
Organização, Diagramação, Design, Revisão e Prefácio: Mario Feitosa
Autor: Vários autores, incluindo Mario Feitosa
Editora: selo Covil da Discórdia
Gênero: Coleção de Minicontos (horror, terror e ficção científica)
Páginas: 118
Formato: Digital – distribuição livre
Preço: obra gratuita

Sinopse

texto retirado do prefácio

Pouca coisa é tão universal quanto o medo. Foi ele o grande motor da evolução, garantindo sobrevivência aos prudentes os quais, se diante do mal inevitável, preferiam a fuga à destruição. Esse mesmo medo faz parte da vida animal. É ele quem nos leva a fabricar monstros, no escuro; que nos tira o fôlego, quando confundimos um casaco com um fantasma ou um avião com um OVNI. Ele nos arrepia a espinha, quando uma “presença impossível” nos transpassa. O medo. O medo, que continua a nos servir em vários sentidos E é impossível haver coragem sem que haja, também, o medo. Pois o destemido não é corajoso. É apenas tonto.

Contudo, embora o medo nos aflija, quando se apresenta real e iminente, parte das explosões corporais que provoca, em nós, nos é deleitosa. A adrenalina, o frio na barriga. Fosse diferente, não haveria montanhas-russas, esportes radicais, parques de susto, festas de “ralouin”, filmes horripilantes de fazer cobrir a cara. Fosse diferente, não gostaríamos tanto de histórias assustadoras. Não as leríamos, tampouco as escreveríamos. E escrevemos. E lemos. E muitos leem, porque a sensação é estranhamente boa. É como estar separado da onça por uma jaula. Perigo, mas não perigoso. Toda essa satisfação de sentir medo nos motivou a buscar este tipo específico de Literatura em detrimento de outros. Foi o potencial de gerar desconforto para, quem sabe, criticar ou divertir, que nos fez escolher horror, terror e sci-fi para esta antologia. E contamos, para isso, com mais de cinquenta excelentes escritores, uns amadores, outros profissionais. E não poderia eu, tão amante que sou dessa bagunça, ficar de lado. Usei do privilégio de organizar para colocar, também, meu lado obscuro para fora, neste livro.

Já sobre o gênero, microconto — e não o conto — não foi decisão casual. Apesar de algumas reclamações, por parte de interessados, temos que ser francos: pouca gente, hoje em dia, gosta de ler. Prefere-se os feeds de redes sociais, os vídeos de gatinhos e os joguinhos de celular. Poucos são os que se lembram da última vez que leram um livro. “Se passar de duas linhas, espero virar filme”, é dito por aí como se fosse “engraçado”. Porque perdemos o hábito da leitura com a invasão de inutilidades tecnológicas e, claro, com os perenes problemas educacionais e mesmo de vida — como a falta de tempo ou a exaustão, pelo esforço diário — aos quais nos condenam, por motivos deletérios, os que governam as coisas. E quem mais chora é a Literatura. Porque, diminuindo o número daqueles que leem, diminui, também, o dos que escrevem. Ou talvez não — o que segue sendo triste e terrível —: diminui-se a qualidade do que é escrito. Vampiros adolescentes, coleções infinitas de livros sobre CEOs sedutores, autoajuda, “teorias” de pseudociência “quântica”, esses que forram as livrarias e sites de venda de livros com receitas milagrosas para o sucesso financeiro e profissional, não me deixam mentir. Afinal, como é possível cozinhar bem se nunca se provou comida boa? Como é possível dizer “esta é a praia mais linda do mundo”, se não se conhece mais que duas? Ou como seria possível dominar uma técnica sem nunca estudá-la? E a resposta é indiscutível: quem não lê e se propõe a escrever, com grande possibilidade, não passará de mais do mesmo — se não algo pior.

Diante do pesar que nos causam essas constatações, que opções utilizar senão o microconto e o miniconto? Quem chegará a esses que detestam o prender-se num texto por mais que um par de minutos? Como chegar, senão encolhendo nossas histórias, querendo que caibam numa página? E, sendo uma página inteira, perceba que imensa vitória foi fazê-la ser lida. Mas o microconto é muito pequeno. Embora dê para fazer, perde-se muito. Por isso, achamos que 2000 batidas estavam de bom tamanho. Que eram letrinhas suficientes para causar o espanto. Que um miniconto dessa dimensão tem potencial real de ser bastante bom e de ser lido por quem não lê. E o resultado final, aqui apresentado em “Leia-me às 03h:03min”, é prova cabal de que, sim, funciona ser econômico. Mais tarde, quando tivermos mostrado como é boa a leitura, quem sabe não trabalhemos com textos maiores? Nosso objetivo não é ficar na bolha. É estourar a bolha. Universalizar o magnífico da Literatura.

Assim, sem mais delongas, deixo que corra as páginas e sinta os cabelinhos da nuca a se arrepiarem todos. Encare o medo. Viva o medo. Deleite-se com ele. E o faça na “hora do Diabo”, como sugere o título, para que o silêncio e a escuridão da madrugada intensifiquem sua experiência.

Bons sustos a todos.

*

Post-scriptum:

Não era previsto, quando terminei a leitura e comecei este prefácio, porém o futuro é sempre incerto.

Ocorre que, analisando os materiais, notei alguns trabalhos muito bons os quais uniram o susto e o riso. Minicontos, esses, que não poderia deixar passar. E não deixei. Por isso, ao final dos propostos desde o início, estará a seção “Terrir”, com trabalhos que, audaciosamente, superaram as expectativas, rompendo a barreira do arrepio para nos trazer boas gargalhadas.


Título: Versos Soltos
Subtítulo: Antologia de poemas selecionados no Concurso Cultural “Covil da Discórdia” de Poesia Contemporânea – 2019
Organização, Diagramação, Design, Revisão e Prefácio: Mario Feitosa
Autor: Vários autores
Editora: selo Covil da Discórdia
Gênero: Antologia poética
Páginas: 139
Formato: Digital – distribuição livre
Preço: obra gratuita

Sinopse

texto retirado do prefácio

No começo pareceu uma boa ideia. Mais tarde, mostrou-se tarefa hercúlea. No passo dos dias, um inferno e, agora, consagra-se como a soma de todos esses sentimentos. Mas, apesar disso — e até por conta disso —, posso dizer que valeu a pena.

Dirigir um concurso cultural, um literário, especialmente, foi uma imensa lição de muitas coisas as quais só teriam mesmo valor para mim. Ninguém quer ficar se preocupando se um desconhecido cresceu ou diminuiu-se. Não se liga muito nem bem para as questões de desconhecidos. Porém, dentro daquilo que tem valor para mais de um, posso contar que, muito longe do tão dito “A poesia está morta”, ela continua linda, perfumada e movida a correr por aí. E como corre… E como, ao tentar acompanhar seus passos, visitamos mundos, fervuras de sentimentos, nossos abismos e montanhas enquanto espécie. Creio eu que, a partir do instante em que nos proclamamos poetas, nos obrigamos a resgatar o que de belo há na realidade, a esfregar toda essa beleza nos narizes de todos os vivos e, mais e pior, nos obrigamos a fazer o mesmo com a imundice. As vozes dos poetas são como as de velhos e barbudos profetas do deserto os quais, enquanto gritam coisas que ninguém quer ouvir, acabam apresentando tudo que lhes é mais urgente. Amar é urgente. Chorar é urgente. Lutar é urgente. Essas são as denúncias aqui contidas. Esses são os sentimentos aqui materializados em versos. Versos soltos.

Quando me vi necessitado de escolher o título que levaria esta obra, acabei preso, trancado no nome que, agora, exibe-se. “Versos soltos.” E não por serem soltos. Pelo contrário. Estão todos juntos os versos de cada poeta em sua poesia. E também estão juntos os versos alheios, um começando quando terminou o do outro. Não estão soltos. Foram soltos das mentes e bocas, corações e dedos dos que os fabricaram. São seus sentimentos, seus amores, dores, frustrações e paixões que, ora, nos alimentam. Soltos como pássaros que fogem de suas gaiolas em versos, estrofes, rimas e ritmos. E não há nada mais poético que um pássaro deixando o cativeiro. Isso é Poesia.

Por tudo isso, silencio-me e, com um sorriso rasgando o rosto, apresento os poemas selecionados nesta primeira edição do Concurso Cultural “Covil da Discórdia” de Poesia Contemporânea.

Deleite-se.


Título: Procurados – Vol I
Subtítulo: Os melhores contos policiais nacionais e internacionais
Autor: Vários autores, incluindo Mario Feitosa
Editora: Editora Illuminare
Gênero: Coleção de contos policiais
Páginas: 167
Formato: Capa comum
Preço: a confirmar

Sinopse

“Procurados: os melhores contos policiais nacionais e internacionais” contou com organização de Rô Mierling, Vitor Abdala e Vanessa Nunes. Entre os convidados, figuram, em participação especial, Susana Hernandez, A. B. Rotéa e Pedro Garcia Rosado. Ainda, dezenas de contos dão corpo à obra, na que criminosos expõem suas mentes e crimes.

Procurados é uma produção da Editora Illuminare, atuante na descoberta de novos autores no Brasil e na Argentina.


Título: Possessão
Autor: Vários autores, incluindo Mario Feitosa
Editora: Cartola Editora
Gênero: Coleção de contos de horror
Páginas: aproximadamente 150
Formato: Digital – Kindle – e Capa Comum
Preço: R$ 20,00 (digital) e R$ 35,00 (físico)

Sinopse

texto retirado de https://cartolaeditora.catarse.me/possessao 

“Existe o Mal no mundo.

Alguns dizem que o Mal é personificado em uma entidade, como o Diabo, outros dizem que é parte inerente do próprio ser humano, outros falam em espíritos obsessores. Seja qual for a verdade, o Mal existe. E quando ele domina um corpo, animado ou inanimado, espontaneamente e contra a vontade alheia, dizemos que há uma possessão.

Uma vez possuído, o corpo in tela apenas pode se livrar da entidade que o possui por meio de um ritual de exorcismo. O “Rituale Romanum”, escrito no ano de 1614 durante o papado de Paulo V, elenca todos os rituais normalmente administrados por um padre, incluindo o único ritual formal para exorcismo autorizado pela Igreja Católica Romana até o fim do século XX. O exorcismo pode ser aplicado em indivíduos, casas e demais objetos que estejam sob o domínio de entidades malignas.

Mas cuidado! Jamais pratique um exorcismo se você não sabe o que está fazendo, ou o resultado pode ser catastrófico.

Agora vão. Encontrem o Mal e façam o que deve ser feito.

“Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incursio infernalis adversarii, omnis legio, omnis congregatio et secta diabolica, in nomine et virtute Domini Nostri Jesu Christi”.

A obra será composta por cerca de 30 contos contando relatos de possessão. Seriam essas histórias lembranças de um tempo sombrio ou apenas relatos de escritores criativos? Você pagaria pra ver?

O livro ainda está sendo diagramado, mas terá aproximadamente 150 páginas em papel pólen 90g/m2, com capa em couché fosco 250g/m2 com orelhas de 6cm.”


Título: Nemephile
Autor: Vários autores, incluindo Mario Feitosa
Editora: Selo Coverge
Gênero: Coleção de contos (tempo e memória)
Páginas: 151
Formato: Digital – PDF
Preço: Distribuição gratuita

Sinopse

texto retirado da obra

Nemephile
Nemefile

— phile
1. Usado para criar substantivos e adjetivos que descrevem alguém que ama ou gosta de algo.
No Inglês “A bibliophile likes books and an oenophile enjoys wine.”
ETIM. Latim -phila Grego Antigo φίλος (phílos, “querido, amado”)
Relat. -philia, -philiac
REF. Dictionary Cambridge

— Neme (Alteração de Mneme “meme”)
1. Musa grega que veio a se tornar Mnemosine, deusa da memória.
2. Na biologia, se faz como a percepção da memória evolutiva, o que fica gravado nos genes.
REF. New Literacies Samplers — Knobel, Lankshear / As Musas — Luis S. Krausz
Nemephile, sentimento de atração pelo tempo, nostalgia. Necessidade e desejo de lembrar, recordar e também reviver memórias em estados de reflexões, sonhos, alucinações, flashbacks, déjà vu e viagem temporal.


Título: Concurso de Poemas UFSJ
Autor: Vários autores, incluindo Mario Feitosa
Organização: Universidade Federal de São João del-Rei
Gênero: Coleção de poemas premiados
Páginas: 62
Formato: Digital – PDF
Preço: Distribuição gratuita

Sinopse

texto retirado de https://www.ufsj.edu.br/centrocultural/concurso_de_poemas.php

“A Universidade Federal de São João del-Rei promove desde 2000 o Concurso de Poesias da UFSJ,  congregando a cada edição um número cada vez maior de escritores de diversas localidades (inclusive de outros Estados), de diferentes faixas etárias, origens sócio-culturais e formação acadêmica.

A Cerimônia de Premiação do Concurso de Poesias da UFSJ é uma das atrações do Inverno Cultural da UFSJ, que ocorre durante a segunda metade do mês de julho e que reúne um grande público entre participantes do concurso, familiares, convidados, turistas e os freqüentadores das oficinas e atrações artístico-culturais promovidas pela UFSJ, além dos moradores de São João del-Rei e região.

O Concurso de Poemas da UFSJ é uma oportunidade para que poetas consagrados ou anônimos, profissionais ou diletantes, iniciantes ou veteranos possam expressar sua arte literária e ter a chance de concorrer para ter seu poema publicado em um e-book com os 30 primeiros classificados.

A literatura é uma das fortes marcas da tradição cultural de nosso Estado e de nosso país, e a UFSJ procura, através desse concurso, preservar e fortalecer esta forma de manifestação artística e cultural.”